"Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12. 2)
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Essa Paz Só Tem a Pessoa...
Você Pode Ter - João Alexandre
Você pode ter a casa repleta de amigos
Paredes e pisos cobertos de bens
Ter um carro do último tipo
E andar conforme der na cabeça
Ou pode até ser um cara que vive apertado
Até mesmo dentro de um lotação
Curtindo assim mesmo num fim de semana
Ao andar conforme der na cabeça
Mas sempre será como folha no vento
Esperando o momento de cair
Você pode ter tudo aquilo que sonhar
Mas nunca terá a paz que existe lá dentro
Que não se encontra pra poder comprar
Porque essa paz só tem a pessoa
Que se encontra com Cristo
sábado, 11 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Fé e Ciência com Alister McGrath
Alister McGrath é professor de teologia histórica na Universidade Oxford e doutor em biofísica molecular e teologia também por Oxford. É autor de, entre outros, O Delírio de Dawkins (Mundo Cristão) e presidente do Centro Oxford para Apologética Cristã.
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Estudar... Aprender... Crescer...
Tradução livre e resumo do Rev. Antônio Carlos Costa de uma pregação de Jonathan Edwards (1703 - 1758) pregada em 1739. baseado em Hebreus 5. 12.
"De fato, embora a esta altura já devessem ser mestres, vocês precisam de alguém que lhes ensine novamente os princípios elementares da palavra de Deus. Estão precisando de leite, e não de alimento sólido!"
Hebreus 5. 12
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Publicidade Infantil NÃO
MANIFESTO: pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil
Em defesa dos diretos da infância, da Justiça e da construção de um futuro mais solidário e sustentável para a sociedade brasileira, pessoas, organizações e entidades abaixo assinadas reafirmam a importância da proteção da criança frente aos apelos mercadológicos e pedem o fim das mensagens publicitárias dirigidas ao público infantil.
A criança é hipervulnerável. Ainda está em processo de desenvolvimento bio-físico e psíquico. Por isso, não possui a totalidade das habilidades necessárias para o desempenho de uma adequada interpretação crítica dos inúmeros apelos mercadológicos que lhe são especialmente dirigidos.
Consideramos que a publicidade de produtos e serviços dirigidos à criança deveria ser voltada aos seus pais ou responsáveis, estes sim, com condições muito mais favoráveis de análise e discernimento. Acreditamos que a utilização da criança como meio para a venda de qualquer produto ou serviço constitui prática antiética e abusiva, principalmente quando se sabe que 27 milhões de crianças brasileiras vivem em condição de miséria e dificilmente têm atendidos os desejos despertados pelo marketing.
A publicidade voltada à criança contribui para a disseminação de valores materialistas e para o aumento de problemas sociais como a obesidade infantil, erotização precoce, estresse familiar, violência pela apropriação indevida de produtos caros e alcoolismo precoce.
Acreditamos que o fim da publicidade dirigida ao público infantil será um marco importante na história de um país que quer honrar suas crianças.
Por tudo isso, pedimos, respeitosamente, àqueles que representam os Poderes da Nação que se comprometam com a infância brasileira e efetivamente promovam o fim da publicidade e da comunicação mercadológica voltada ao público menor de 12 anos de idade.
CLIQUE AQUI e assine o manifesto!
Em defesa dos diretos da infância, da Justiça e da construção de um futuro mais solidário e sustentável para a sociedade brasileira, pessoas, organizações e entidades abaixo assinadas reafirmam a importância da proteção da criança frente aos apelos mercadológicos e pedem o fim das mensagens publicitárias dirigidas ao público infantil.
A criança é hipervulnerável. Ainda está em processo de desenvolvimento bio-físico e psíquico. Por isso, não possui a totalidade das habilidades necessárias para o desempenho de uma adequada interpretação crítica dos inúmeros apelos mercadológicos que lhe são especialmente dirigidos.
Consideramos que a publicidade de produtos e serviços dirigidos à criança deveria ser voltada aos seus pais ou responsáveis, estes sim, com condições muito mais favoráveis de análise e discernimento. Acreditamos que a utilização da criança como meio para a venda de qualquer produto ou serviço constitui prática antiética e abusiva, principalmente quando se sabe que 27 milhões de crianças brasileiras vivem em condição de miséria e dificilmente têm atendidos os desejos despertados pelo marketing.
A publicidade voltada à criança contribui para a disseminação de valores materialistas e para o aumento de problemas sociais como a obesidade infantil, erotização precoce, estresse familiar, violência pela apropriação indevida de produtos caros e alcoolismo precoce.
Acreditamos que o fim da publicidade dirigida ao público infantil será um marco importante na história de um país que quer honrar suas crianças.
Por tudo isso, pedimos, respeitosamente, àqueles que representam os Poderes da Nação que se comprometam com a infância brasileira e efetivamente promovam o fim da publicidade e da comunicação mercadológica voltada ao público menor de 12 anos de idade.
CLIQUE AQUI e assine o manifesto!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Luz, Câmera, TransformAÇÃO...
O Livro de Eli
por Rubem Amorese
Talvez ele não esteja entre os melhores filmes que assisti nos últimos meses. Porém, fui atraído pelo clima pós-apocalíptico mostrado no trailer. Sou fã dessas histórias que imaginam a vida após um hipotético holocausto nuclear.
“O exterminador do futuro” é um bom exemplo. Acabou virando uma trilogia. Talvez “O livro de Eli” não tenha fôlego para tanto. Mas traz, quase escondida, uma mensagem interessante: o poder “civilizador” de certo livro.
Eli (Denzel Washington) é um guerreiro andarilho que cruza a paisagem devastada da América do Norte, percorrendo estradas dominadas por gangues que matam as pessoas por um copo d’água ou por sapatos. Cenas de barbárie e selvageria: hordas de seres moribundos ou mutantes que pilham tudo o que encontram de valor e lutam entre si para sobreviver. Impera a lei do mais forte.
Em seu obstinado percurso, nosso herói esconde um livro que carrega consigo. O livro é tido, ao longo do enredo, como a esperança de um futuro para a humanidade; Eli o lê, diariamente, há trinta anos. Movido por seu compromisso e guiado pela crença em algo maior do que ele, Eli faz o que é preciso para sobreviver e seguir adiante. Sabe-se que o próprio Denzel desempenhou as façanhas físicas de seu personagem, dispensando dublês. A fotografia é muito boa; meio escurecida para combinar com a história.
Nesse ambiente, o vilão maior, Carnegie (Gary Oldman), chefe de uma cidadela de ladrões e pistoleiros, surge como alguém que compreende o poder do livro que Eli carrega e que fará de tudo para se apoderar dele.
Eis um bom comentário que encontrei na internet: “No começo, o roteiro atrai pela excentricidade desse futuro pós-apocalíptico; depois, o espectador é agarrado pela rivalidade criada entre o protagonista e o vilão. Mais para o final, há uma grande surpresa que fará alguns quererem assistir novamente ao filme”. Vou parar por aqui, para não ser estraga-festa.
Não é preciso fazer uma leitura teológica da história. Ela mesma se apresenta escatológica. Só o fato de o personagem principal se chamar Eli e transportar o que, no final do filme, se confirmará como sendo o último exemplar da Bíblia, já diz tudo. É interessante, no entanto, a percepção do vilão de que o livro conteria uma mensagem capaz de reerguer a humanidade aos níveis civilizatórios perdidos. Nele estariam escritas as palavras necessárias para tirar os homens da obscuridade moral e do caos social em que foram lançados. Carnegie pretende usar as palavras mágicas para tornar-se inaugurador de uma nova raça humana e reorganizar -- em seu proveito -- os sobreviventes da catástrofe mundial.
Detalhes finais: lendo o livro todos os dias, por trinta anos, Eli conseguiu decorá-lo. Será que o autor está pontuando sobre o valor da memorização bíblica? O filme termina com a recriação das circunstâncias em que Gutenberg imprime seu primeiro livro. Claro, o livro de Eli.
Saí do cinema com um versículo na cabeça: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho” (Sl 119.105). Amém.
• Rubem Amorese é consultor legislativo no Senado Federal e presbítero na Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasília. É autor de, entre outros, Louvor, Adoração e Liturgia e Fábrica de Missionários — nem leigos, nem santos.
Fonte: Ultimato
por Rubem Amorese
Talvez ele não esteja entre os melhores filmes que assisti nos últimos meses. Porém, fui atraído pelo clima pós-apocalíptico mostrado no trailer. Sou fã dessas histórias que imaginam a vida após um hipotético holocausto nuclear.“O exterminador do futuro” é um bom exemplo. Acabou virando uma trilogia. Talvez “O livro de Eli” não tenha fôlego para tanto. Mas traz, quase escondida, uma mensagem interessante: o poder “civilizador” de certo livro.
Eli (Denzel Washington) é um guerreiro andarilho que cruza a paisagem devastada da América do Norte, percorrendo estradas dominadas por gangues que matam as pessoas por um copo d’água ou por sapatos. Cenas de barbárie e selvageria: hordas de seres moribundos ou mutantes que pilham tudo o que encontram de valor e lutam entre si para sobreviver. Impera a lei do mais forte.
Em seu obstinado percurso, nosso herói esconde um livro que carrega consigo. O livro é tido, ao longo do enredo, como a esperança de um futuro para a humanidade; Eli o lê, diariamente, há trinta anos. Movido por seu compromisso e guiado pela crença em algo maior do que ele, Eli faz o que é preciso para sobreviver e seguir adiante. Sabe-se que o próprio Denzel desempenhou as façanhas físicas de seu personagem, dispensando dublês. A fotografia é muito boa; meio escurecida para combinar com a história.
Nesse ambiente, o vilão maior, Carnegie (Gary Oldman), chefe de uma cidadela de ladrões e pistoleiros, surge como alguém que compreende o poder do livro que Eli carrega e que fará de tudo para se apoderar dele.
Eis um bom comentário que encontrei na internet: “No começo, o roteiro atrai pela excentricidade desse futuro pós-apocalíptico; depois, o espectador é agarrado pela rivalidade criada entre o protagonista e o vilão. Mais para o final, há uma grande surpresa que fará alguns quererem assistir novamente ao filme”. Vou parar por aqui, para não ser estraga-festa.
Não é preciso fazer uma leitura teológica da história. Ela mesma se apresenta escatológica. Só o fato de o personagem principal se chamar Eli e transportar o que, no final do filme, se confirmará como sendo o último exemplar da Bíblia, já diz tudo. É interessante, no entanto, a percepção do vilão de que o livro conteria uma mensagem capaz de reerguer a humanidade aos níveis civilizatórios perdidos. Nele estariam escritas as palavras necessárias para tirar os homens da obscuridade moral e do caos social em que foram lançados. Carnegie pretende usar as palavras mágicas para tornar-se inaugurador de uma nova raça humana e reorganizar -- em seu proveito -- os sobreviventes da catástrofe mundial.
Detalhes finais: lendo o livro todos os dias, por trinta anos, Eli conseguiu decorá-lo. Será que o autor está pontuando sobre o valor da memorização bíblica? O filme termina com a recriação das circunstâncias em que Gutenberg imprime seu primeiro livro. Claro, o livro de Eli.
Saí do cinema com um versículo na cabeça: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho” (Sl 119.105). Amém.
• Rubem Amorese é consultor legislativo no Senado Federal e presbítero na Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasília. É autor de, entre outros, Louvor, Adoração e Liturgia e Fábrica de Missionários — nem leigos, nem santos.
Fonte: Ultimato
O Livro de Eli - trailer legendado
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