No ano de 1845 o historiador e estadista Guillaume Groen van Prinsterer (1810-1876) fez um pronunciamento intitulado Ongeloof en Revolutie (Incredulidade e Revolução). Esta conferência foi posteriormente publicada e traduzida para outros idiomas. O livreto acabou se tornando uma declaração do pensamento cristão antirrevolucionário cuja tese central é que o pensamento europeu da época é fruto de uma revolução que só floresceu graças à incredulidade.
A publicação de Ongeloof en Revolutie (1847) aconteceu uma década antes de L’Ancien Régime et le Régime de la Révolution (1856) de Alexis de Tocqueville ser publicado em Paris.
Leia o texto Incredulidaded Y Revolucion Aqui.
"Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12. 2)
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Uma apresentação da Crítica da Autonomia da Razão, a partir da filosofia cosmonômica de Herman Dooyeweerd
Por: Josué Klumb Reichow
Resumo
Neste artigo faz-se a apresentação da construção filosófica crítica desenvolvida pelo holandês Herman Dooyeweerd à pretensa autonomia religiosa da razão propagada a partir da modernidade. Nele, apresentam-se as concepções modernas clássicas da relação entre crença religiosa e racionalidade, demonstrando-se como a modernidade cria o conceito de autonomia da razão, relegando a fé à esfera privada. Posteriormente, expõe-se a crítica cosmonômica a essa ideia moderna, mostrando como o autor holandês traz o conceito Bíblico de coração como ponto de integração entre fé e racionalidade, rejeitando o axioma moderno.
Leia AQUI o texto na íntegra.
Resumo
Neste artigo faz-se a apresentação da construção filosófica crítica desenvolvida pelo holandês Herman Dooyeweerd à pretensa autonomia religiosa da razão propagada a partir da modernidade. Nele, apresentam-se as concepções modernas clássicas da relação entre crença religiosa e racionalidade, demonstrando-se como a modernidade cria o conceito de autonomia da razão, relegando a fé à esfera privada. Posteriormente, expõe-se a crítica cosmonômica a essa ideia moderna, mostrando como o autor holandês traz o conceito Bíblico de coração como ponto de integração entre fé e racionalidade, rejeitando o axioma moderno.
Leia AQUI o texto na íntegra.
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